Segunda-feira, 28 de Maio de 2007

A Paixão

Ao ler um artigo de Lidia Aratangy, psicóloga, na última "Sábado", concordei plenamente com ele.
Segundo esta psicóloga, a paixão funciona como um vaivém, isto é, no início é um sentimento muito forte, mas gradualmente, vai esmorecendo.
Para esta psicóloga, temos é de recriar a paixão, temos de vê-la em várias facetas: na ternura, na amizade, na parceria...
Assim, essas várias facetas vão-se alternando ao longo da vida. Temos é de acreditar e tentar recriar momentos de paixão. Não é necessário que se viva uma vida inteira de paixão, algo quase impossível, mas podemos recriá-la de quando em quando no nosso percurso, enquanto casal.

Pior para uma vida a dois, parece ser a indiferença, já que para esta psicóloga o amor e o ódio são sentimentos muito próximos. Agora, quando um dos elementos do casal estabelece uma relação de indiferença com o parceiro, está a criar um fosso que dificilmente será transposto, adivinhando-se mesmo a separação.

Assim, há que ter esperança na felicidade, mas não desejar ter uma vida totalmente feliz, pois tal é impossível. Temos é de aproveitar os momentos de felicidade e valorizá-los mais que os sentimentos contrários e procurar ser tolerante e bem-humorado, pois estas duas capacidades parecem conseguir fazer-nos ultrapassar aqueles momentos mais difíceis.

No meio de tantas opiniões contra a efemeridade da paixão, temos aqui uma opinião contrária... uma pérola num mar de sargaços?!
 
 
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publicado por oamante às 09:47

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